Voltamos ao estudo. À carga. Ao tudo. Às lágrimas. Às dores nas pernas. À solidão. À incapacidade de adormecer. Às saudades de ter alguém ao nosso lado, a aquecer-nos a alma, os pés e o coração.
Voltamos ao que imaginei um dia acabar, com um ponto final e sem volta a dar.
Voltamos ao que sempre desejamos não regressar.
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
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EU
Tenho que decidir e decidirei no dia em que chegar a P. Mas não. Não quero. E esta é a minha voz interior. É esta a voz que não me dei...
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Desconfortável! A perder a esperança no "certo". Com a certeza de que não nascemos para viver sozinhos! Com a certeza de que...
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